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"Guimbaustrilho" sem muros!

  • Foto do escritor: Wiltaquino
    Wiltaquino
  • 30 de abr. de 2019
  • 1 min de leitura

“O “Guimbaustrilho” [...] é a aglutinação (com supressão do s final) da expressão “guimba aos trilhos”. E era esse o nome de um jogo em que os praticantes, enquanto esperavam o trem na plataforma da estação, lançavam nos trilhos baganas ou guimbas de cigarros com filtro, vencendo aquele que primeiro conseguisse que seu “projétil” caísse de pé”.

(Livro "Guimbaustrilho e outros mistérios suburbanos" - Nei Lopes)


Meier - Abril 2011

Ao longo da ferrovia, os muros dividem os bairros e desarticulam a convivência entre pessoas que moram próximas.

Nas suas margens as calçadas são estreitas e perigosas e as ruas paralelas quase sempre são corredores de tráfego intenso com edificações desvalorizadas.

Poucas e precárias passarelas ou, em alguns casos, túneis insalubres e com extrema sensação de perigo, fazem a ligação entre os dois lados dos bairros.

Estará o corredor ferroviário condenado à essa situação ou é possível outro modelo?










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